Servidor: qual o melhor formato?

Em continuidade ao post anterior, vamos falar um pouco sobre os três formatos de servidores existentes no mercado: torre, rack e blade.

Na verdade, não podemos dizer que há um tipo melhor do que o outro. A escolha do equipamento ideal para as necessidades de um negócio depende do tamanho da empresa e do volume de serviços de informática que ela demanda. Entenda mais, a seguir.

Servidor em Torre

O servidor em torre é recomendado para pequenas empresas em geral que têm limitação em seu espaço físico, já que o equipamento – semelhante à uma CPU – ocupa uma menor área. É indicado para aquelas que precisam de um processamento centralizado, além de monitoramento e manutenção mais fáceis, visando reduzir a vulnerabilidade a invasões e ataques.

Servidor em Rack

Já o servidor em rack é voltado para organizações de médio porte e pequenas empresas de tecnologia que necessitam de maior armazenamento de dados e uso mais intenso de aplicativos. Apesar de ser o menor dos três tipos (isoladamente), é um equipamento que exige mais espaço físico, já que precisa de um suporte (uma estante em rack/gabinete) para ser devidamente instalado.

Servidor Blade

Por fim, o servidor blade é ideal para empresas que têm uma enorme demanda por processamento de dados ou que planejam desenvolver um data center. É o tipo mais econômico para grandes corporações, pois consome menos energia e ocupa menos espaço (do que vários servidores em rack, caso assim fosse, para suprir suas necessidades em computação).

Falaremos mais a respeito de servidores nos próximos posts. Fique de olho em nossas atualizações seguindo a @vigilanti ou assinando nosso feed RSS (no topo do menu à direita). Até a próxima!

Servidores: o que são e para que servem?

Servidores são equipamentos especialmente desenvolvidos para fornecer serviços aos computadores que estiverem conectados a eles por uma rede. Suas funções vão desde o compartilhamento de arquivos e impressoras entre diversas máquinas até o gerenciamento de backups que garantem a segurança dos dados armazenados em toda a rede, dentre outras.

Isto é, servidores são “supercomputadores”, mais potentes e com mais capacidade de processamento e armazenamento, que centralizam as informações disponíveis em rede. Estes equipamentos são recomendados, principalmente, para uso em empresas que possuem várias máquinas.

Há diversos tipos de servidores (confira uma lista com os mais comuns clicando aqui) que são oferecidos, geralmente, em três formatos. A escolha do equipamento ideal para as necessidades de um negócio depende do tamanho da empresa e do volume de serviços de informática que ela demanda.

Falaremos mais a respeito de servidores nos próximos posts. Fique de olho! E siga a @vigilanti ou assine o feed RSS (no topo do menu à direita) para saber quando há novas atualizações aqui no blog. Até a próxima!

Formatar desgasta o HD?

“Não formate seu HD senão ele irá se desgastar”. “Quanto mais você formatar o HD, menor será sua vida útil”. Muita gente já deve ter ouvido estas e outras afirmações que associam o desgaste de discos rígidos à ação de formatá-los (apagá-los completamente). Mas seria isso realmente uma verdade?

A formatação não é tão vilã da história como se pensa. O fato é que o HD é uma peça mecânica e – como todo tipo equipamento mecânico – sofre um desgaste natural conforme sua utlização. Isto é, o contato normal da agulha de leitura com o disco já provoca uma “deterioração”, que acontece a cada leitura ou gravação de dados e não está necessariamente relacionado ao ato de formatar o HD.

Uma dica para aproveitar a vida útil do disco rígido por mais tempo é executar a desfragmentação regularmente. Esta ação reorganiza as informações gravadas no HD, fazendo com que a agulha de leitura “ande menos” pelo disco para procurá-las e interpretá-las, desgastando em menor velocidade a peça.

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“Não formate seu HD senão ele irá se desgastar”. “Quanto mais você formatar o HD, menor será sua vida útil”. Muita gente já deve ter ouvido estas e outras afirmações que associam o desgaste de discos rígidos à ação de formatá-los (apagá-los completamente). Mas seria isso realmente uma verdade? 

O fato é que o HD é uma peça mecânica e – como todo tipo equipamento mecânico – sofre um desgaste natural conforme sua utlização. O contato normal da agulha de leitura com o disco já provoca uma “deterioração”. Isso acontece a cada leitura ou gravação de dados e não está necessariamente relacionado ao ato de formatar o HD.

Uma dica para aproveitar a vida útil do disco rígido por mais tempo é executar a desfragmentação regularmente. Esta ação regorganiza as informações gravadas no HD, fazendo com que a agulha de leitura “ande menos” pelo disco para procurá-las e interpretá-las, desgastando em menor velocidade a peça.

Superaquecimento: não deixe seu PC “fritar”

O calor intenso do verão brasileiro é um forte inimigo dos computadores. Nessa época do ano é comum que ocorram travamentos, desligamentos repentinos e até queima de componentes de hardware (em casos extremos).

Tais problemas, provocados pelo superaquecimento do micro, muitas vezes são causados pela má ventilação da CPU, que pode estar suja ou posicionada num local inapropriado.

Confira algumas dicas para ajudar a prevenir o superaquecimento do seu computador:

1. Limpe a poeira das aberturas do CPU constantemente. Ela se acumula em curtos espaços de tempo e afeta a ventilação da máquina.

2. Posicione o seu computador de forma com que ele fique bem ventilado. Caso ele esteja no chão, talvez seja necessário apoiá-lo num local mais elevado para facilitar a circulação de ar. Evite também deixar o gabinete dentro de estantes, que dificultam sua refrigeração.

3. Mantenha a CPU afastada de paredes por pelo menos 15cm. Certifique-se também de manter cortinas longe das saídas de ar do gabinete, pois elas podem obstruir as aberturas por onde o ar circula.

4. Não use capas de proteção enquanto mantiver o computador ligado. Elas ajudam a “prender” o calor produzido pela máquina, aumentando sua temperatura interna.

5. A temperatura do ambiente também pode colaborar no superaquecimento da CPU. O ideal é usar o computador em cômodos frescos e bem arejados. Caso tenha ar condicionado com regulagem de temperatura, deixá-lo com 22ºC é o ideal.

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Monitoramento de e-mails corporativos

Sua empresa monitora os e-mails dos funcionários? Se sim, você acha que isso fere seus direitos? Bem, desde que o e-mail seja corporativo, a organização tem pode legalmente controlar o conteúdo das mensagens trocadas. Isto porque ele é custeado e fornecido pela empresa – logo, é de propriedade dela e deve ser utilizado apenas para fins profissionais.

Só que muitas companhias não disponibilizam uma política clara sobre o uso desta ferramenta de trabalho e acabam tendo graves problemas. Muitas vezes, funcionários usam seus e-mails corporativos para a realização de atividades pessoais que podem estar sujeitas à riscos de segurança e judiciais. Tais ações podem sobrecarregar os servidores, disseminar vírus pela rede corporativa ou ainda gerar processos e outras implicações legais para a empresa (em casos de estelionato ou pedofilia, por exemplo).

Tudo isto parece fazer muito sentido e ser de fácil compreensão. O problema se dá com relação ao monitoramento do e-mail pessoal. Este, mesmo quando acessado de dentro da empresa, não pode ser controlado por ela. A responsabilidade pelo conteúdo trocado através do correio eletrônico pessoal é inteiramente do usuário e exime a companhia de quaisquer implicações que possam vir a ocorrer. Seu monitoramento fere o direito do cidadão à privacidade e constitui crime.

Portanto, é de extrema importância que os gestores de TI disseminem políticas sobre o uso dos e-mails corporativos e, principalmente, comuniquem aos funcionários do monitoramento das mensagens.

E se você tem um negócio e não realiza o controle do conteúdo enviado pelo seu correio eletrônico corporativo, cuidado! A implantação desta atividade reforça a segurança da informação e evita, principalmente, o vazamento de dados sigilosos. Caso ainda não possua ou queira mudar seu provedor de e-mail corporativo, clique aqui e conheça uma das soluções existentes no mercado.

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