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Por dentro da Cloud Computing

A tendência no mercado tecnológico é a virtualização, tanto de softwares quanto de hardware. É aí que aparece a cloud computing (computação em nuvem, em tradução para o português) – um modelo no qual a computação em geral (envolvendo o processamento, o armazenamento e os softwares) está hospedada em algum lugar e é utilizada via Internet – a “nuvem” de dados. Isso quer dizer que a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, é possível ter acesso a diversos dados e aplicações sem a necessidade da instalação de programas e armazenamento de arquivos em sua máquina.

O segredo da cloud computing está na utilização de servidores espalhados por toda a web. Parece complicado, mas não é. Neste infográfico feito pelo UOL Tecnologia há alguns exemplos práticos para a visualização de toda essa teoria, que pode envolver discos de armazenamento virtual, webmail, álbuns de fotos, programas de escritório e de edição de imagens, dentre outros.

A principal vantagem deste modelo é que ele não exige que você possua um computador ou uma rede potente para utilizar certos programas. Como a parte mais pesada do processamento fica na “nuvem”, o usuário final só precisa mesmo de um navegador e uma boa conexão à Internet.

Comercialmente ainda há uma redução dos gastos, que reflete-se  principalmente na atualização de softwares. Se antes você tinha que reinstalar todos os produtos na máquina (ou em cada um dos computadores de uma rede), na cloud computing os aplicativos podem ser constantemente aperfeiçoados por seus desenvolvedores sem que haja impactos para os usuários, uma vez que estão hospedados em um único ponto central (um servidor qualquer na web). Quantas vezes seu provedor de e-mail, por exemplo, já mudou o visual sem que você tenha sido obrigado a ficar sem acessá-lo?

Quer saber mais? Então leia esta reportagem sobre cloud computing, publicada no IDG Now!. E siga a @vigilanti ou assine o feed RSS (no topo do menu à direita) para saber quando há novas atualizações aqui no blog. Até a próxima!

Programas “estranhos”: o que são e o que fazem?

Por acaso você já acessou o seu Gerenciador de Tarefas e se deparou com uma lista de programas em execução com nomes estranhos, que você não faz ideia do que são e o que fazem? Pois conheça alguns deles, a seguir.

Winlogon.exe
É o componente do Windows responsável pela autenticação do usuário no sistema, carregando o seu perfil e, opcionalmente, bloqueando o computador quando um protetor de tela está sendo executado ou quando é efetuada a troca de usuário (o que exige uma outra etapa de autenticação).

Wuauclt.exe
É o programa de auto-atualização do Windows Update, um serviço oferecido pela Microsoft que fornece atualizações para o Windows e seus componentes, incluindo o Internet Explorer.

Ndisuio.sys
É um protocolo que oferece apoio para dispositivos sem fio. O programa executa tarefas de comunicação dentro do sistema operacional.

Lsass.exe
Local Security Authority Subsystem Service (LSASS), é um processo do Windows responsável pela execução da política de segurança no sistema. Ele recebe e valida senhas quando o usuário precisa fazer logon em um computador ou servidor, manipula as alterações de senha e cria tokens de acesso.

Dwwin.exe
Este é o Dr. Watson, um utilitário do Windows que relata erros, coletando detalhes de falhas como travamentos, e que pede ao usuário autorização para enviá-los à Microsoft.

Msimn.exe
É o Outlook Express, o programa de e-mail padrão do Windows. Em sistemas mais recentes, como o Windows Vista e o 7, recebe o nome de Windows Mail.

Rundll32.exe ou Rundll.exe
É um componente essencial do Windows, que executa código de DLLs.

Msmsgs.exe
Trata-se do Windows Live Messenger/MSN Messenger/Windows Messenger, programa de mensagens instantâneas comumente utilizado por usuários da Internet.

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Dicas para melhorar sua conexão WiFi

O sinal da sua conexão WiFi costuma variar bastante? Pois saiba que ao seguir algumas dicas você pode torná-lo mais estável.

A maioria dos roteadores wireless costuma vir com um padrão de fábrica que utiliza a faixa de frequência de 2,4GHz. Logo, esta pode ser a mesma faixa utilizada pelo aparelho do seu vizinho, por exemplo. Isso sem falar em alguns eletrodomésticos (telefones sem fio, secadores de cabelo, aspiradores de pó etc, por exemplo) que também funcionam na mesma frequência, o que pode gerar “conflitos” na intensidade do sinal WiFi e ocasionar instabilidade na conexão.

Mas este é um problema que pode ser resolvido com o programa inSSIDer, que pode ser baixado aqui. Nele é possível modificar o canal de frequência para fazer com que não haja mais interferências de outros aparelhos no seu sinal. Com o aplicativo, também é possível visualizar gráficos que medem a intensidade da rede e ainda definir o nível de segurança da conexão. Outro programa conhecido, porém mais limitado, para realizar a mudança de frequência é o NetSumbler, disponível para download aqui.

Outro ponto que influencia no recebimento do sinal é a posição do roteador. Quanto mais distante do computador, mais fraco o sinal será captado, o que deixa a conexão lenta. Paredes grossas e objetos metálicos grandes também podem reduzir o alcance da rede WiFi.

Logo, se você tem um notebook e o utiliza em vários cômodos da sua casa, deixe o roteador numa área central da residência e, de preferência, sobre uma estante ou algo que o deixe no alto. Caso você possua dois computadores em quartos diferentes (por exemplo), o recomendado é, além de deixá-lo numa posição elevada, mantê-lo num ponto equidistante entre estes equipamentos.

É bom também lembrar da importância de ter o software do seu roteador sempre atualizado para garantir a boa qualidade de transmissão e recebimento de dados. Informe-se mais no site do fabricante do seu aparelho, onde provavelmente haverá arquivos disponíveis para download e instalação.

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Horário de Verão x Relógio do Windows

O horário de verão já está em atividade nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Ele entrou em vigor no último dia 17 de outubro e irá durar até 20 de fevereiro de 2011. E o relógio do seu Windows? Como ele foi atualizado?

Se você teve que adiantar manualmente seu relógio em uma hora, saiba que isso não seria necessário caso estivesse instalada em seu computador uma versão recente do Windows Update ou ainda o hotfix fornecido gratuitamente pela Microsoft. Através destas opções, a atualização das horas passa a ser automática tanto no início quanto no término do horário de verão.

O site oficial da Microsoft no Brasil disponibilizou uma página mostrando o passo-a-passo para a configurar configurar seu Windows de modo que o relógio seja atualizado automaticamente devido às mudanças no horário vigente. Para acessá-la, clique aqui.

E caso você não se encontre nos territórios em horário de verão mas teve seu relógio atualizado, clique aqui para saber como desabilitar a atualização automática.

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Curiosidade: a história da Internet

Você conhece a história da Internet? Imagina como e porque ela surgiu? Tudo começou lá em 1957 e depois ganhou força com o surgimento de duas redes científicas e outras de base militar e comercial.

Saiba mais assistindo à animação abaixo, que é  muito interessante – até mesmo para quem não é um entusiasta em tecnologia.

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