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Diferenças entre alguns conceitos de informática

Há certos conceitos no mundo da informática que passam quase despercebidos pela grande maioria dos usuários e internautas. Você, por acaso, já atentou para a existência de drives e drivers? E quanto à diferença entre hacker e cracker? Antivírus ou firewall: o que usar? Veja mais, a seguir.

Drive x Driver
O termo drive (sem o R no final) tem relação com as partes físicas (hardware) de um computador. Pode ser um leitor de CD/DVD, um HD etc., isto é, uma unidade de armazenamento ou de leitura de dados. Já a palavra driver (com o R no final) é designada para softwares – mais especificamente aos programas que fazem a comunicação entre o sistema operacional e o item de hardware de um computador.

Hacker x Cracker
O termo hacker é associado ao especialista que invade sistemas de computadores. Há o hacker ético e o hacker malicioso: o primeiro é o profissional que testa as vulnerabilidades dos recursos de segurança destes sistemas, usando o seu conhecimento para aprimorar a proteção dos computadores; já o segundo, que é conhecido também como cracker, usa suas habilidades para roubar informações confidenciais visando lucro, obtenção de fama ou as utiliza para aplicar golpes na Internet.

Antivírus x Firewall
Ambos servem para proteger e reforçar a segurança no computador, mas possuem funções bem diferentes. O antivírus detecta e remove vírus e outros malwares que podem infectar a máquina, enquanto o firewall filtra as conexões de rede e Internet para evitar ataques e invasões de terceiros (alguns são capazes até de bloquear instalações automáticas não autorizadas oriundas de alguns sites). Certos antivírus já vêm com firewall integrado, mas na maioria das vezes é necessário instalar os dois programas separadamente.

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Não corra o risco de perder seus dados

Seu computador já entrou em pane, precisou ser formatado e você se desesperou com a perda dos seus documentos? Já acabou a energia e você não teve tempo para salvar seus projetos? Você já descobriu, em cima da hora, que precisa da versão original de um arquivo que foi modificado? Estas e dezenas de outras situações semelhantes podem ser evitadas (ou pelo menos amenizadas) com a realização de backup regularmente.

Você pode fazê-lo de forma manual, gravando seus documentos em CDs, DVDs, pen-drives e outras mídias, ou automaticamente, por meio de softwares programados para fazer cópias periódicas em outras mídias. Confira dois deles, gratuitos, clicando aqui e aqui. E não há necessidade de salvar exatamente todos os dados existentes no computador ou em todas as máquinas de uma rede, como por exemplo os arquivos temporários e o cache do navegador (que contém tudo que é visualizado na Internet). Faça uma seleção do que é realmente importante.

Mas atenção: devem ser feitos e mantidos backups tanto insite (em casa ou no local de trabalho) – sempre para uma mídia ou local diferente do original – quanto offsite (fora de casa ou do escritório), para casos extremos (como incêndios e roubos, por exemplo).

Há também opções gratuitas de backup na própria “nuvem” da Internet. Futuramente, citaremos estes serviços mais detalhadamente.

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