Phishing: não morda esta isca!
Se você nunca ouviu falar de phishing, fique de olho! Esta atividade tem se aperfeiçoado e continua “pescando” muita gente por aí (o termo é um trocadilho que vem do inglês “fishing”, que significa pescar).
Phishing é o nome que se dá para as fraudes eletrônicas que buscam vítimas por e-mail, mensagens SMS em telefones celulares, anúncios falsos (em banners ou pop-ups), salas de chat ou em mensagens instantâneas (via MSN ou qualquer programa similar). Seu conteúdo sempre parece autêntico e tenta convencer o receptor a fornecer informações pessoais e/ou bancárias. O phishing também pode servir para infectar computadores com vírus e outros malwares.
Os “phishers”, como são denominados os criminosos que disseminam a prática, geralmente se passam por empresas reais. Na forma mais comum de phishing, feita por e-mail, eles utilizam cópias de mensagens legítimas destas organizações e as modificam, disponibilizando links para páginas fradulentas ou arquivos suspeitos em anexo.
Nesta página do Rio Datacentro, instituição ligada à PUC-Rio, há uma análise interessante de um clássico exemplo de phishing. Vale a pena dar uma olhada.
Quase sempre, estas mensagens exigem que as vítimas atualizem seus dados mediante a ameaça do cancelamento de suas contas (sejam elas bancárias ou até mesmo perfis de redes sociais etc.). Também é comum o phishing se caracterizar pelo pedido de dados pessoais ou financeiros para que uma suposta compra (não realizada) seja finalizada ou para que sejam entregues supostos prêmios para os quais a vítima teria sido sorteada.
Mas de que forma podemos nos proteger? Ao ler um e-mail suspeito, verifique se
- você conhece o remetente;
- a mensagem é ameaçadora e pede que você tome uma atitude imediata;
- você é induzido(a) a clicar em algum link;
- o link aponta para uma URL geralmente grande e que não pertence oficialmente à empresa de onde a mensagem diz ser;
- há arquivos em anexo com as extensões .exe, .scr, .pif, .cmd, .com, .cpl, .bat e .vir (que podem ser maliciosos);
- o conteúdo está mal escrito, com erros ortográficos ou gramaticais.
Você também pode reagir ao phishing, denunciando os links suspeitos ao Google clicando aqui ou encaminhando os e-mails para a organização Linha Defensiva (saiba mais detalhes acessando este link).
No Brasil, há ainda um catálogo de fraudes eletrônicas disponível gratuitamente para consulta na página da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, que também recebe denúncias. Conheça o serviço aqui.
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