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Livre-se do risco de infectar o seu pen drive com vírus

Espetar um pen drive num computador desconhecido ou compartilhado por muitos usuários (como em lan houses, escolas e universidades, cyber cafés etc) é sempre um risco. A segurança destas máquinas é altamente duvidosa, o que faz sua unidade ficar exposta a vírus e malwares indesejados que podem infectar seus arquivos e se espalharem por outros equipamentos onde você conecte seu dispositivo USB posteriormente. Isto acontece por que os pen drives já vem normalmente habilitados para que a gravação de arquivos seja feita livremente. E as pragas virtuais se aproveitam dessa condição, se instalando automaticamente e se replicando sem que você perceba.

Para a garantia da sua segurança, será necessário converter o sistema de arquivos do seu dispositivo. Ao invés de FAT32, ele precisa ser transformado em NTFS. Só assim será possível aplicar as configurações de proteção. Mas calma: você não precisa se assustar! A linguagem e o procedimento são técnicos, porém há tutoriais e vídeos explicativos (vide abaixo) que mostram de forma clara e simples o passo-a-passo para barrar futuras infecções em seu dispositivo. Veja só:

Note que, no final, o autor do vídeo explica no que resulta esta mudança. Preste atenção e saiba o que será necessário fazer para gravar arquivos no seu pen drive protegido e não se enrolar depois! Lembre-se também que, ao formatar o seu pen drive, você perderá todas as informações contidas nele. Antes disso, faça um backup dos seus arquivos.

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Mitos e equívocos sobre vírus

Há tantos mitos, equívocos e mentiras relacionadas aos vírus de computador que é difícil saber no que acreditar. Vamos desmistificar então alguns dos conceitos mais comuns sobre o assunto?

1: Firewalls protegem contra os vírus

Muita gente não se dá conta disso, mas o firewall NÃO protege um computador contra vírus, trojans ou spywares. Ele alerta quando outros tipos de malwares infectam a máquina, o que nos dá uma falsa sensação de segurança. Mas na verdade, os firewalls são incapazes de evitar uma “infecção”. O único tipo de malware que ele consegue bloquear é o worm, protegendo seu computador contra possíveis ataques externos (e maliciosos).

Mas atenção: isso não significa que você deve deixar de usar um firewall e se preocupar apenas em atualizar seu antivírus e anti-spyware. Você deve mantê-lo sempre ativado, especialmente se você está online através de uma conexão não segura, como as redes wi-fis gratuitas.

2: Vírus danificam fisicamente o hardware

Um vírus pode infectar seu firmware ou o BIOS, mas o hardware por si só continuará intacto. Rumores sobre vírus provocarem explosões, por exemplo, são infundáveis e até um pouco ridículos. Eles são softwares que, por mais que corrompam o sistema, não são capazes de destruir os componentes físcos de uma máquina.

3: O computador vive apresentando erros, então devo estar infectado

Não necessariamente. Arquivos podem se auto-corromper, sem o envolvimento de qualquer vírus. Falhas em algum programa ou na memória, bad sectors no seu disco rígido e, ironicamente, até um conflito com seu antivírus podem causar uma série de erros que nada tem a ver com pragas. Portanto, da próxima vez que um erro ocorrer ao tentar se abrir um arquivo, faça uma varredura do seu HD com seu antivírus para ter certeza do que se trata.

Se por acaso a “tela azul da morte” aparecer, também não prejulgue que sua máquina esteja infectada. Na maioria das vezes isso corre por falha no harware. É muito raro que a aparição da famigerada tela azul esteja relacionada a um vírus. Mas para ter certeza, anote a mensagem de erro para, após reiniciar o computador, fazer uma busca no Google e saber do que se trata. Você também pode consultar diretamente o Suporte da Microsoft para tentar solucionar o problema.

4: Vou copiar meus arquivos, reinstalar o Windows e ficarei livre!

Fazer um backup dos arquivos e reinstalar o Windows para se livrar do vírus pode não ser inteligente se você não checar se seus documentos estão infectados. Logo, antes de gravar seus dados, certifique-se de que eles estão livres de qualquer praga. Senão, após a restauração do sistema, você irá infectar-se novamente ao copiá-los do backup para o seu HD.

5: O Windows é o único sistema operacional vulnerável

É fato que quase 100% dos vírus estão relacionados ao Windows, mas isso não significa que ele seja a única plataforma vulnerável à problemas com malwares – principalmente os trojans.

Este tipo de praga explora mais as falhas humanas do que possíveis “furos” na segurança do computador. Portanto, não importa qual o sistema operacional utilizado: o risco de se contaminar é o mesmo.

Se você usa Linux ou um computador Mac, é só seguir muitas das mesmas regras que você utilizaria com o Windows para se proteger: não instale programas de fabricantes que você não conhece, tome cuidado quando algum aplicativo pede suas senhas etc. Senso comum sempre é uma boa ferramenta de proteção contra o ataque de um malware.

Baseado no artigo “Nine Common Myths and  Misconceptions
About Viruses, Examined and Debunked
“, disponível aqui.

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