Cuidado ao clicar em links curtos
A utilização do Twitter e sua limitação de 140 caracteres provocou uma tendência na Internet: o encurtamento de links – recurso muito utilizado para compactar endereços eletrônicos e reduzir o tamanho das mensagens trocadas na rede. Veja como isso funciona (usando o site bit.ly, um dos mais populares “encurtadores”, como exemplo):
Ao inserirmos a (longa) URL deste post – http://blog.vigilanti.com.br/2010/08/18/cuidado-ao-clicar-em-links-curtos – no campo indicado, automaticamente é gerado um novo link – http://bit.ly/dcA2lk – muito mais curto, que redireciona o usuário para o endereço original.
Essa prática está se espalhando por toda a web e virando uma potencial ameaça, pois apenas observando o link não é possível descobrir para onde ele te redirecionará. Criminosos virtuais estão abusando da ferramenta para esconder softwares fraudulentos, vírus e outros malwares em URLs curtas enviados por mídias sociais e e-mail.
Mas podemos evitar os riscos de infecção utilizando plug-ins capazes de identificar o endereço real desses links. Eles estão disponíveis para os navegadores Internet Explorer (aqui) e Mozilla Firefox (aqui). Com eles, é possível pré-visualizar a URL da página original na barra de status do navegador ao passar do mouse.
Veja só (no caso, foi utilizado o plug-in Interclue para o Mozila Firefox):
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